Como são as aulas on-line? E por que são melhores?

Muitos são os cursos oferecidos on-line, mas nem todos têm as mesmas características.
On-line é um conceito que se tornou muito vago, pois uma boa parte de nossas atividades se tornou on-line; então, esse termo não é muito explicativo. Para simplificar, vamos ver quais são as características do que chamo de “aulas” on-line.

Como são as aulas on-line?

Em princípio, aulas on-line são exatamente como as presenciais: têm aluno e professor (com interação via Skype), material didático (livros, vídeos, áudios, imagens e o que mais a imaginação mandar) e a lousa, assuma ela a forma que for.

Mas a isso podemos acrescentar as vantagens do mundo virtual: a rapidez proporcionada pelas pesquisas (por informações ou material) tanto no computador do professor quanto na internet, e a rapidez de envio desse material.

Mas, ora direis, se o professor de uma aula presencial tiver um computador à mão, ele pode oferecer essas mesmas vantagens.

Então…

Quais são as vantagens das aulas on-line?

As aulas on-line oferecem pelo menos dois tipos de vantagens: as de ordem econômica e as de ordem prática.

Vantagens de ordem econômica

Primeiramente, é raro que haja atrasos (de ambas as partes), já que não há deslocamento para ir à aula. Não há greve de transportes para atrapalhar, e as dificuldades ligadas ao horário, em geral, são muito reduzidas. Ou seja, o aluno não perde aulas nem mesmo parcialmente.

E, por não haver deslocamento, as aulas on-line são bem mais baratas. Considere que, em São Paulo, para ir de um bairro ao bairro vizinho pode-se gastar meia hora. Só aí já dobrou o valor: meia hora para ir, mais meia hora para voltar, mais 1h de aula, por exemplo; o que dá 2 horas, que devem ser computadas e cobradas pelo professor.

Ainda por não exigir deslocamento, as aulas on-line podem ser canceladas e repostas rápida e facilmente, pois o professor não sai de casa. Por outro lado, imagine que uma reunião é agendada em cima da hora na sua empresa, e você precisa cancelar sua aula: é só enviar uma mensagem de texto e receber de volta a resposta sobre o cancelamento. Se o professor já estivesse a caminho, essa aula teria de ser cobrada. Ou seja, há economia para o aluno.
Da mesma forma, se há um momento livre na sua agenda superlotada, por mensagem de texto você pode solicitar um encaixe.
Fácil, rápido, prático!

Vantagens de ordem prática/organização

O aluno “leva a lousa para casa”: o arquivo em que se escreve, e que equivale à lousa (ou ao quadro-negro/quadro-branco/flip-chartestá à sua disposição sempre que quiser. E nem é preciso perder tempo copiando a matéria; pode-se reservar esse tempo da aula para raciocinar, refletir sobre o tópico estudado, fazer exercícios e perguntas. Quando o aluno escreve na “lousa” ou no caderno é por motivos didáticos (para ajudar a fixar o conteúdo, registrar exemplos e resolução de dúvidas, etc.).

Além disso, todo o material, ou pelo menos uma boa parte dele, fica disponível na pasta pessoal do aluno. Antes de começar o curso, peço ao aluno que crie uma pasta no Google Drive (se é que já não a tem) e a compartilhe comigo; em seguida, começo a colocar ali o material que será usado nas aulas. Ou seja, a pasta, e todo o material ali contido, pertence ao aluno, é dele para sempre.

Aliás, não tem como extraviar ou esquecer o material, nem lições feitas, nem correções. É fácil de achar, consultar, comparar, estudar.

Consideremos agora a situação de quem mora em lugares em que há pouca disponibilidade de professores da matéria escolhida, ou mesmo a de quem se desloca frequentemente o que dificulta ou impossibilita um curso presencial: esse aluno pode estudar a matéria que quiser, bastando para isso ter um computador (ou qualquer outro dispositivo móvel com o qual se sinta à vontade) e uma conexão razoável de internet.

Praticamente tudo pode ser estudado on-line, desde que não envolva cheiro, sabor ou toque. Se a matéria estudada depender apenas da visão e da escuta – caso do estudo de línguas –, então há mais vantagens que desvantagens no seu estudo on-line.
Mesmo outras matérias podem ser parcialmente estudadas on-line; na parte teórica-escrita, por exemplo, reservando-se o deslocamento dos alunos para a parte prática do curso.

Por que escolhi usar o termo “aulas” em vez de curso?

Porque em um curso pode não haver interação direta professor-aluno. Uma série de palestras em vídeo pode ser batizada de curso, e na verdade é; só não me sinto à vontade para chamar cada um desses episódios de aula, pois os vejo como palestras, ponto.
Para mim, em uma aula, há interação constante: o professor ouve o aluno e responde às suas perguntas; prepara material específico para treinar suas dúvidas e seus erros recorrentes; corrige suas lições; dá conselhos e sugestões, e faz acompanhamento pessoal.

Evidentemente, estou falando de cursos, ou aulas, para adultos, que têm maturidade e responsabilidade suficiente, e um mínimo de capacidade de organização.

Nem entrei no tópico da variedade de material que todo bom professor on-line pode aconselhar aos alunos. Mas isso é matéria para outros posts.


Se quiser se aprofundar no estudo do francês, este é o endereço: FrancêsMais.

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